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Artigos
 

Veja Matéria no Jornal Zero Hora de 16/08/2010 s/ Consumo com o Econ. Everton Lopes - Pesquisa VISA http://www.moneysul.com.br/artigos/






Lições de finanças para jovens ensinam geração da estabilidade - Jornal Zero Hora 05/06/2010






Matéria sobre Educação Financeira no Jornal do Comércio dia 11/05/2010. 






Preocupação com o Bolso chega as escolas - Matéria do Jornal Zero Hora em 07/11/2009






Instaurada a Comissão Permanente de Educação Financeira no CORECON RS, coordenada pelo economista Everton Lopes.






O economista e o mercado de trabalho - Jornal do Comércio 13/08/2009






Matéria publicada no Diário da Manhã de Goiânia em 29/07/2009.






Participação em matéria do Jornal Zero Hora na Série sobre Educação Financeira dia 27/06/2009 Leia na íntegra...






Participação em matéria do jornal Zero Hora  na Série sobre Educação Financeira-dia 20/06/2009...Leia na íntegra






Redução da Taxa de Juros: por que demora tanto chegar ao nosso bolso?

 

Com mais uma reunião do COPOM e mais uma redução não tão surpreendente assim da
taxa SELIC. Apesar de a redução ser histórica. Os juros da economia agora são de 9,25%
aa. Enfim chegamos a casa de um dígito. Mas ainda somos um dos países com a taxa
de juros mais alta do mundo. Mas temos bem mais espaço para reduções, pois na
Europa e nos EUA já estão com taxas praticamente negativas. Porém estamos evoluindo
e a economia já dá sinais de reação.

 

Por que então a redução da taxa de juros demora tanto a chegar ao nosso bolso?

 

Vejamos a composição do spread bancário atualmente:

 

- Custos administrativos 13%

- Compulsório 3%

- Impostos 20%

- Taxa de risco 37%

- Lucro 27%.(fechando os 100%).

 

Vejamos agora algumas considerações sobre isto:

 

- Com a atual crise econômica é natural que houvesse uma redução em seus custos administrativos, digamos ficando em 8%.

- Com uma reforma tributária, quem sabe os impostos seriam de menos de 10%.

- E se mesmo com a economia precisando de giro e, portanto mais crédito, fosse mais bem analisado. Visando não somente o lucro e sim também a melhoria da qualidade de vida dos tomadores de crédito contribuindo com a melhoria de nosso país e assim reduziriam a chamada taxa de risco para 30%, que já é bastante alta.

- E se o lucro não fosse tão grande assim, digamos 10% e convenhamos ainda é muito, pois todo o resto já foi coberto.

 

Com a taxa de juros média efetiva do crédito pessoal girando em torno de 3,71% nos principais bancos, incluído os do governo, a taxa efetiva média do cheque especial em torno  de 8,21%. (Fonte do BACEN em 21/05/2009). Sabemos que a estrada a percorrer ainda é longa. Mas quem sabe em pouco tempo não teremos uma taxa de juros de mercado muito próxima ao de países desenvolvidos.

 

Existem muitas propostas para a redução do spread bancário e o resto por consequência.

 

Resta-nos saber agora, o quanto dessa redução será repassado de fato ao bolso do consumidor/contribuinte. Se em um CP ou LP. A economia precisa girar mais rápida e mais rápido ainda sair dessa turbulência financeira que afeta o mundo e que já chegou a tempo no Brasil. Aguardemos.

 

Everton Lopes é economista formado pela UFRGS, especialista em finanças pela FGV, investidor, palestrante, coaching, comentarista de finanças pessoais nos principais meios de comunicação do RS. Também é autor do livro de bolso “Do Economês para o Português – um guia prático de finanças pessoais”. Conselheiro do CORECON/RS e Sócio da Money Sul Educação Corporativa, idealizador e editor dos sites www.semprecomdinheiro.com.br e www.moneysul.com.br .






A “Educação Financeira” é para toda vida.

 

*Everton André Batista Lopes

 

A importância da “Educação Financeira” já na infância é fundamental para que tenhamos um país verdadeiramente melhor, trazendo qualidade de vida a seus habitantes. Mas infelizmente o tema ainda não se faz presente no currículo da grande maioria das escolas brasileiras. Tramitam no Brasil projetos de lei que visa à implantação da disciplina nas escolas a partir do ensino fundamental. O próprio governo federal já despertou para o tema com a Estratégia Nacional de Educação Financeira, onde muitas instituições privadas estão engajadas. Mas é preciso muito mais. É preciso sensibilizar ainda mais nossos governantes e despertá-los para este tema. Nas escolas, em casa, para que desde cedo as pessoas possam lidar com o dinheiro de uma forma mais prazerosa. Porém, não é o que observamos. Os crescentes índices de inadimplência mostram como às pessoas lidam com dinheiro, criando uma espiral endividatória  comprometendo sua qualidade de vida por meses, e em alguns casos, por anos. Qual sua relação com o dinheiro, dependência ou prazer? “Devemos comprar o que precisamos, quando precisamos e não, só porque está na promoção. Consumir é muito importante para o giro da economia, pois geram mais produção, emprego e renda. Mas é preciso consumir conscientemente, para que possamos ter um crescimento sustentável”. Pensar em “Educação Financeira” desde cedo é mais importante do que se imagina, pois não importa qual sua profissão, por mais humilde que ela seja, a educação financeira será para a toda a vida. Se dependermos de nosso atual sistema previdenciário, só temos uma certeza para nosso futuro financeiro: Isto Não Será o Suficiente. E o que fazer então? É neste momento, que a “Educação Financeira” se torna essencial em nosso dia a dia, para mantermos nossa qualidade de vida da “Infância” a “Melhor Idade”. Pensem Nisso!

 

*Economista e conselheiro do CORECON/RS.






A Crise financeira, a bolsa e o seu bolso.

 

Esta crise financeira que abala o mundo é de perdas sem precedentes em um curto prazo. Pior que a crise de 29, salvaguardando as devidas proporções, seria leviano afirmar quando terminará. Bancos estão quebrando, pessoas estão dormindo nas ruas e sem emprego nos EUA. Agora a crise se alastra para a Europa e para a Ásia. Será que chegará até nós? Boa pergunta. A resposta é: já chegou. Com o encurtamento do crédito e o aumento dos juros; o que não é nenhuma novidade para nós. O que acarretará em diminuição do consumo em pleno final de ano e teremos um começo de ano mais amargo.

Considerando que os três primeiros meses do ano são os mais pesados para o orçamento familiar, pois temos os pagamentos do IPVA, do IPTU, as férias, a matrícula dos colégios, e das faculdades. Além da ressaca financeira de fim de ano, com a chegada da fatura do cartão de crédito, e os cheques pré-datados, que muitos insistem em usar, desprezando  que é melhor viver pagando à vista. Para muitos já é o bastante, pois o limite do cheque especial já está estourado há muito tempo. É mais um ano que entra rolando as dívidas.

O Brasil possui fundamentos sólidos na economia, porém o governo já apresentou um plano para não deixar que a crise chegue. Espero não ter sido tardio. Mas, já chegou, se bem que não tão grave quanto nos EUA, mas, significativa, pois já está afetando a produção. Em conseqüência a diminuição das vendas e as férias coletivas das fábricas já estão acontecendo. O medo do desemprego e a mobilização de sindicatos, no Brasil, sinalizam as previsões de desaceleração do crescimento no mundo todo. É o fantasma da recessão que assola o mundo. A queda sucessiva nas bolsas de valores do mundo todo fez com que houvesse uma migração grandiosa da renda variável para investimentos mais seguros no mundo. Aqui no Brasil para a renda fixa, como por exemplo, a poupança. Tudo começou lá em 2007 alertado por poucos e por isto não se deu tanta importância. É o Subprime, a bolha das commodities, a quebra das instituições financeiras que estavam exageradamente alavancadas. Mas parecia estarmos indo tão bem aqui no Brasil...

A corrida para se chegar ao primeiro milhão, conquista tão sonhada e obtida por uma parcela insignificante da população, fez desabar o sonho de muitos, e com o dólar nas alturas, viajar ao exterior também ficou mais longe, mas não podemos desanimar.

A Educação financeira e o planejamento financeiro se tornam cada vez mais uma ferramenta essencial neste momento, onde o desequilíbrio financeiro poderá trazer um desastre tão grande dentro de sua casa (no seu orçamento) quanto o que vem ocorrendo no mundo, com a chamada crise financeira.

“Cuidado com a pior crise que existe, a crise do seu bolso”.

O consumo neste final de ano tem de ser mais do que nunca consciente e cauteloso, para evitarmos uma espiral endividatória em que as pessoas entram quando não se consegue honrar seus compromissos tomando empréstimos, agora cada vez mais caros, no país que tem uma das maiores taxas de juros do mundo, para cobrir outro. A crise afetou a bolsa e pode afetar o seu bolso.

O mercado de ações às vezes nos prega algumas peças, mas ao longo do tempo tem mostrado que tem sido o melhor investimento. A crise para muitos se torna uma oportunidade de ganhos monumentais, já para outros, uma severa lição. A bolsa não é um jogo. Temos apenas que fazer a lição de casa.






Dicas para ser um Poupador

 

Não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas.É preciso rever a forma como se relaciona com o dinheiro. (Difícil tarefa, pois somos bom­bar­deados pelo consumo), somos induzidos a acreditar que “con­su­mindo” seremos mais felizes. Para se transformar em um poupador é preciso estar preparado para uma mudança drástica.Muitos pensam nesta mudança quando é tarde demais ou quando estão endividados ou até mesmo perderam o emprego.
Reflita sobre o seguinte: se não mudar a forma de como admistra o seu dinheiro, onde estará daqui a alguns anos? Se você não fizer nada, não terá a aposentadoria de seus sonhos. E este já é o incentivo para você começar a poupar.Mas também não se transforme em um “Pão Duro”, procure o equilíbrio. Adie alguns sonhos, mas realize outros, senão você acaba desanimando.
Escreva em um caderno tudo o que você gastou e ao lado o porquê desta decisão (muitos concluem que estavam estressados ou tristes). Tente entender as razões por que seu dinheiro sai mais rápido do que entra.Pesquisar preços é uma maneira de cortar gastos sem sacrifícios. Crie o hábito de poupar (evite o consumo por impulso). Quando for ao shopping deixe em casa o cartão de crédito e o talão de cheque, levando apenas o dinheiro necessário para comprar o que você precisa.
É preciso ter cuidado com as compras on-line e por último. É preciso ter consciência e persistência para se transformar em um poupador.





Planejando suas férias: Cuidado para não trocar o

“Milho verde X Pepino”.

 

Chegando o fim das férias e o começo das aulas você precisa tomar cuidado para não se entusiasmar com os gastos, sem avaliar o impacto no seu bolso. Normalmente muitas famílias acabam se endividando em conseqüência dos gastos ao entrar em férias, pois ao ter passado o período de festas do ano anterior, chegam às nossas casas todas as despesas com estes gastos levando à conseqüente inadimplência de muitas famílias (ou pessoas) por não terem se organizado financeiramente. E a principal causa é o descontrole do orçamento doméstico e a falta de um planejamento financeiro para o ano que está começando, devido aos gastos com pequenas despesas, pois nas férias é um sorvete aqui, uma água de coco ali, um passeio de escuna, um happy hour com os amigos ao final de todas as tardes entre outras coisas boas que fazemos quando estamos em férias.

E se você não estiver preparado para estes gastos e com o exagero nestas despesas, aparentemente sem importância, tornando o orçamento carregado fazendo com que ao final do mês sua renda não seja suficiente para o pagamento das principais prestações, mesmo tendo recebido as férias.

Lembre-se que férias para quem for assalariado é somente um terço que veio a mais no seu salário, sem esquecer que neste período continuamos a pagar luz, telefone, condomínio, etc. Neste período cresce o consumo de combustível, também da alimentação e as demais despesas, sem falar em aluguel de casa na praia (o que pode ser o seu caso, que estão a partir de R$ 50,00 a diária) e que ainda os preços neste período, e principalmente na praia aumentam consideravelmente.

Aí você vai acabar trocando o “Milho verde que você comeu na praia pelos Pepinos (Cartão de crédito e cheque especial estourado, matrícula do colégio, material escolar, despesas de casa, luz, telefone, etc...) ao retornar das férias”.

Finalmente o ano começa, e é sempre assim.

E se você não se planejou, aí começam todos os problemas novamente que você conseguiu sanar com o seu 13º salário no ano passado.

Muitas pessoas acabam se entusiasmando com o Natal, Ano Novo e as férias e gastam muito mais do que ganham.

O mês de janeiro normalmente é o mês mais pesado quando falamos de despesas, pois é nele que temos que desembolsar mais dinheiro. E todas as despesas como já escrevi acima, além do IPTU, IPVA (que, aliás, apresentam descontos bastante convidativos, mesmo tendo que parcelar, se comparados aos ganhos da caderneta de poupança e a inflação de 2004), bem como a matrícula do colégio ou faculdade de seus filhos e as férias tão esperadas.

Vamos ainda há tempo! Reserve um ou dois dias de suas férias e faça um planejamento familiar, reúna seus familiares, discuta sobre o assunto lhes dizendo que não seria interessante passar as férias numa boa, e depois ter que correr atrás o resto do ano. Anote suas despesas por pelo menos dois meses para ver onde está indo o seu dinheiro e veja os resultados já no terceiro mês, controlando seus gastos sem exageros.

Gastando somente o que você ganha e pagando a si mesmo pelo menos de 5 a 10% do que você ganha (é a formação da sua poupança).

Lembre-se que não se consegue nada sem algum sacrifício. Mude seus hábitos de consumo, preservando sua qualidade de vida, e finalmente entre um ano novo planejado.

     Não troque o "Milho Verde x Pepinos"






10 erros que você deve evitar na administração do seu dinheiro

1 – Perder o controle de suas dívidas incor­porando o limite dado por bancos e adminis­tradoras de cartões de crédito como parte de sua renda familiar. A pessoa fica com a sensação equivocada de poder consumir mais do que é realmente a sua realidade financeira.

2 – Não levar em conta a inflação, por menor que ela seja.Um dos maiores erros que se pode cometer é desprezá-la.

3 –Dar importância às grandes decisões e menosprezar as pequenas. Lembre-se – administrar bem suas finanças pessoais não depende somente do salário que você ganha no final de cada mês e sim, como você administra cada centavo que entra e sai do seu bolso.

4 – Não conseguir seguir seus próprios objetivos. Por falta de disciplina, muita gente não estabelece prioridades em seus objetivos e acaba desviando seu foco de atenção daquilo que realmente interessa. Um grande erro é investir apenas o que sobra no final de cada mês e não ter a disciplina de guardar um pouco de seu dinheiro com regularidade.

5 – Não ter uma reserva de emergência para os imprevistos.

6 – Concentrar seus investimentos somente em imóveis. Pois se você precisar de liquidez, ou seja, dinheiro vivo imediatamente, poderá ficar em apuros.

7 – Investir seu dinheiro naquilo que você não conhece.

8 – Usar mais a emoção do que a razão na hora de investir. Aplicar na Bolsa de Valores requer um mínimo de conhecimento, pois muitas pessoas agem de forma emocional e tiram o dinheiro justamente quando a ação chega ao seu nível mais baixo, teoricamente o melhor momento para a compra. Lembre-se que  na Bolsa só perde ou ganha quem vende.

9 – Correr riscos desnecessários.

10 – Não acompanhar o noticiário econômico e político nacional e internacional, principalmente quando você tiver dinheiro aplicado.

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OS SETE PECADOS e o DINHEIRO

 

Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usados nos primeiros ensinamentos do catolicismo para educar e proteger os seguidores crentes, de forma a compreender e controlar os instintos básicos.

Assim, a igreja católica classificou e relacionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão; e os pecados capitais, merecedores de condenação.

O pecado sempre foi um contexto religioso.

São eles: A Inveja, a Avareza, a Soberba, a Gula, a Ira, a Luxúria e a Preguiça.

É claro que cada religião tem seus credos e suas interpretações sobre o assunto, mas façamos então uma analogia com o Dinheiro.

 

A INVEJA e o Dinheiro.

O desejo por atributos, posses, status ou habilidades de outras pessoas,acabam gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos. É a comparação desfavorável do status de uma pessoa em relação à outra. Muitos dizem que a inveja é o pior de todos os pecados, e que ele leva aos outros. Parece-me uma verdade. “Status é comprarmos o que não precisamos com o dinheiro que não temos, para mostrarmos, geralmente a quem não gostamos aquilo que não somos”.

 

A AVAREZA e o Dinheiro.

Apego sórdido, vontade exagerada de possuir qualquer coisa. Um desejo descontrolado, uma cobiça a bens materiais e ao dinheiro. Ganância.

Não podemos juntar dinheiro simplesmente pelo prazer de tê-lo em nosso poder, é preciso gerar uma expectativa de realização de nossos sonhos, termos objetivos a alcançar, e ai sim, fará sentido juntar dinheiro.

 

A SOBERBA e o Dinheiro

Tendência de um indivíduo para um modo de vida caracterizado por grandes despesas supérfluas e pelo gosto da ostentação e do prazer. Pode ser associado à luxúria. Infeliz deste pecador, pois somente atrairá dívidas na sua relação com o dinheiro. Lembre-se: “O uso indevido de seu cartão de crédito e cheque especial faz mal a sua saúde financeira”.

 

A GULA e o Dinheiro.

O mais conhecido é o desejo incontrolado por comida, mas também pode ser por comprar. Existe uma doença chamada “Oniomania”, que é o consumo compulsivo que vêm afetando muitas pessoas. Sem que elas percebam, acabam sucumbindo aos apelos de consumo que são constantes e em toda a parte, aguçando a vontade de aquisição descontrolada de bens ou serviços.

 

A IRA e o Dinheiro.

É um intenso sentimento de raiva, ódio, derivado de coisas acumuladas, como por exemplo, o acúmulo de dívidas por atos impensados ou por ter cometido erros. Pode ser desencadeada pela inveja.

 

A LUXÚRIA e o Dinheiro.

Pode ser associado à soberba, apego aos prazeres.

Que poderá levar a um alto grau de endividamento se não controlado.

 

A PREGUIÇA e o Dinheiro.

Pessoa com falta de empenho, desleixo, aversão ao trabalho, frequentemente associado ao ócio. A falta de disciplina, por preguiça faz com que as pessoas não controlem sua vida financeira e com isto percam completamente o controle de suas finanças levando a uma espiral endividatória que leva ao rompimento e ao esgotamento físico e psíquico.

Por não conseguir atingir seus objetivos, por falta de disciplina ou preguiça, muita gente não estabelece prioridades em seus objetivos e acaba desviando seu foco de atenção daquilo que realmente interessa.

 

A falta de planejamento financeiro é muito comum nos dias de hoje. O planejamento financeiro é uma ferramenta essencial para que possamos levar uma vida financeira regrada, sem abdicar da qualidade de vida, mas a preguiça de fazê-lo e até mesmo para os que fazem, de continuá-lo, causa transtornos que podem levar muito tempo, mas muito tempo mesmo, para serem solucionados.

 

Aí vai uma dica:

 “Administrar bem suas finanças pessoais não significa o quanto você ganha ao final de cada mês, e sim, como você controla cada Real que entra e sai do seu bolso”.

 

Seja qual for o seu pecado, controle-se! E Boa Sorte!

 






Quais são os seus objetivos: aposentadoria digna, trocar de carro ou apartamento, um sítio, uma viagem, a faculdade dos seus filhos ou aquele MBA?

 

A Importância de se Fazer uma Reserva Financeira.

 

Depois que você já reorganizou suas finanças pessoais, cortando todas as gorduras de seu orçamento, é necessário e importante que você faça uma reserva financeira com as sobras de seu orçamento.

Mas para isto é preciso que você não necessite destas sobras de orçamento por algum tempo. Este tempo vai depender de como você vai continuar controlando suas contas daqui para frente, pois qualquer descuido, você terá problemas novamente.

A reserva financeira servirá para que você possa estar preparado para qualquer imprevisto que venha a surgir, não o pegando de surpresa. Ou então, para a aquisição de um bem que você tenha desejo de consumo. Esta reserva poderá servir para efetuar todo ou parte do pagamento do que você havia planejado inicialmente quando do início de sua reserva, que pode ser a troca do carro, do apartamento, aquela viagem dos seus sonhos ou  abrir seu próprio negócio e etc.

 

“Preciso fazer algo” resolverá mais problemas do que “Algo precisa ser feito”.

Glenn Van Ekeren

Mais dicas que vão ajudar você a fazer um bom Planejamento Financeiro

– Economizando dentro da sua casa: luz fluorescente, água, telefones convencionais e celulares etc.

– Indo ao supermercado.

– Compras de Natal, aniversários, amigo secreto, etc.

 

Gerais

Faça uma avaliação correta do impacto das prestações sobre as despesas mensais, através de sua planilha orçamentária.

Se você não planejar seus gastos terá grande chance de perder a capacidade de pagar suas prestações.

Sem organização e sem planejamento a pessoa se imagina com mais dinheiro do que realmente tem e gasta além do que pode.

Uma parada rápida (pelo menos uma hora por mês no horário de sua preferência) para investigar as finanças pode ajudá-lo a avaliar melhor a sua situação e melhorar a forma de agir daqui para frente.

 

Pequenas Despesas

Tome muito cuidado com as pequenas despesas, pois elas são as principais causas do descontrole financeiro.

São as vilãs do seu orçamento doméstico.

Uma maneira mais dolorosa e ineficaz de se diminuir os gastos seria eliminar do orçamento as despesas com alguma coisa que lhe proporciona satisfação. Então, não as elimine, e sim, diminua sua freqüência.

Passe o seu celular para cartão pré-pago ao invés de linha. Ligue de orelhão ou de casa, pode sair até 20 vezes mais barato. Evite ao máximo o telefone celular. Ajude sua Empresa, faça o mesmo Lá...pense em sua participação nos lucros.

 

Gastos Inevitáveis

Planeje suas compras e veja se elas são realmente necessárias e se cabem no seu orçamento.

 

Evite o consumo compulsivo

Antes de ir ao consumo faça as seguintes perguntas fundamentais:

 

1) Eu preciso comprar este bem?

2) Preciso comprar agora?

3) Cabe no meu orçamento (e nos próximos meses caso a compra seja efetuada a prazo)?

Se você responder SIM a todas estas perguntas acima compre sem medo, pois as chances de você perder o controle de seu orçamento diminuem bastante.

Faça pesquisa de preços: pois de um estabelecimento para outro as diferenças são enormes.

           

Aprenda os 3 P’s:

           

            Poupe, Pesquise e Pechinche.






 Como está sua Saúde Financeira?

 

Em que momento o orçamento familiar deve ser reavaliado?

 

Ø      Quando as contas começam a ser pagas com atraso.

Ø      O limite do cheque especial estoura.

Ø      Paga o mínimo da fatura do cartão de crédito.

Ø      É comprado a prazo o que geralmente era pago à vista.

Ø      É realizado um novo empréstimo para cobrir o anterior.

 

“Verifique se não está sobrando mês no seu salário!”

 

Saia do Vermelho e Fique no Azul

 

O que você precisa fazer para sair do vermelho:

 

ü      É preciso primeiramente saber o tamanho exato de seu problema. Reserve urgentemente um tempo para analisá-lo.

ü      Será preciso fazer sacrifícios em um primeiro momento, pois você gastou além de suas possibilidades durante meses.

ü      Priorize suas dívidas. Começando pelos cheques pré-datados e pelos que cobram as taxas de juros mais altas como o cartão de crédito.

ü      Comece a planejar suas finanças, pois agora você já descobriu quanto deve e qual a taxa de juro está sendo cobrada em cada caso.

ü      Corte seus gastos. É preciso ser rápido.

ü      Tente ganhar mais dinheiro de outra forma.

ü      Você deve renegociar suas dívidas elaborando uma estratégia para isto.

ü      Feche acordo depois de ter certeza que poderá honrar o que foi acordado.

ü      Limpe o seu nome.








   
       



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